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JORNALISMO
26 de setembro de 2012

A cobertura internacional de Humberto Trezzi

Por Rodrigo Mello

Trezzi falou sobre suas experiências como enviado especial na aula de Jornalismo Internacional (Foto: Andressa Moreira)

Com 49 anos de idade e 28 de profissão, o repórter de Zero Hora Humberto Trezzi veio à Famecos, nesta terça-feira (26), para uma conversa com alunos da disciplina de Jornalismo Internacional. Além de abordar o cenário atual da imprensa brasileira, o jornalista tratou do trabalho jornalístico no Exterior, quando criticou a falta de correspondentes brasileiros em outros países.

Formado na própria Famecos, Trezzi acredita que o Brasil deveria ter mais  profissionais trabalhando no Exterior como correspondente. “O Brasil tem poucos, e a Zero Hora não tem nenhum. Acho que isso ocorre por questões financeiras. O custo de manter um repórter no exterior é alto”, disse. Ele acrescenta que os veículos têm preferência pelos enviados especiais. “Nesses casos, as pautas são, normalmente, de hard news, e, em geral, de acontecimentos desagradáveis. Esse formato também exige um custo menor da empresa com o repórter.

Os alunos também receberam algumas dicas sobre ser um enviado especial. “Tenho sempre uma mala pronta para uma nova viagem”, confessou Trezzi. Para ele, é fundamental preparar uma logística de viagem antes mesmo de receber a pauta, o que significa agilidade. Também lembrou sobre a importância dos idiomas na vida do enviado. “Se foi a época em que se tem de falar inglês. Além do inglês, outras duas línguas, no mínimo, são essenciais para o repórter”, afirmou Trezzi.

Com grandes coberturas internacionais no currículo, o jornalista mostrou aos alunos seu arquivo pessoal de fotos nos conflitos da Líbia e na missão de paz do exército brasileiro em Angola. “O jornalismo me deixou mais insensível para crimes e mortes, por isso tenho facilidade em fazer coberturas de guerras e conflitos”, declarou Trezzi, que fez dois cursos de segurança e treinamento militar antes de cobrir os confrontos. “São raríssimos os casos em que o repórter consegue cobrir os dois lados de uma guerra”, destacou Trezzi, para quem as melhores histórias exigem  aventura e muita adrenalina.

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