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FILHOS DA FAMECOS
16 de novembro de 2015

“A Famecos compra e apoia as ideias dos alunos”

Jornalista Cláudio Goldberg Rabin se graduou em 2010 e é repórter da Folha de S. Paulo
Por Nicolle Timm
Cláudio Goldberg Rabin trabalha como repórter da coluna Mercado Aberto, na Folha de S. Paulo (Foto: arquivo pessoal)

Cláudio Goldberg Rabin trabalha como repórter da coluna Mercado Aberto, na Folha de S. Paulo (Foto: arquivo pessoal)

A história de Cláudio Goldberg Rabin no jornalismo começou um pouco mais tarde que o tradicional. Primeiro, estudou Biologia por um curto tempo e chegou a dar aula em um curso pré-vestibular na Zona Norte de Porto Alegre. Depois, optou por ingressar em Relações Internacionais (RI), na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Seu gosto por jornais e revistas o levaram a trilhar o caminho do Jornalismo.

No mesmo ano em que prestou vestibular para RI na universidade federal, Rabin se candidatou a uma vaga na PUCRS para o curso de Jornalismo. Em 2007, com a notícia de que ganhou Bolsa-Mérito por passar em 1º lugar no turno da noite na Faculdade de Comunicação Social (Famecos) da PUCRS, decidiu o que iria fazer.

Os corredores e as salas de aula da Famecos passaram a fazer parte da rotina de Rabin. Alguns momentos e professores deixaram lembranças na memória do jornalista. “Me lembro de ter feito um curta-metragem do qual fui o diretor, na disciplina de Cinema, ministrada pelo professor Gustavo Spolidoro”. Almir Freitas é outro docente que relembra e elogia. “Ele tinha a ideia sólida do jornalista empreendedor e acho importante alguém para motivar isso”.

Antônio Hohlfeldt, que leciona a disciplina de Leituras em Jornalismo, marcou sua vida acadêmica. “Gostava bastante das aulas dele. Ele é muito bom, sabe muito de literatura”. Em 2010, Hohlfeldt foi orientador do seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). “Foi o professor mais importante e seria um prazer reencontrá-lo”, confessa.

Ao longo da Faculdade, ele já imaginava que iria trabalhar na área impressa. “O jornalismo raramente é arte. Dentro do impresso, existe um pequeno campo em que ele pode ser. Isso ocorre dentro do jornalismo literário, ou narrativo, como prefiro chamar, que é a área que me encanta”. Algumas matérias produzidas pelo diplomado são ricas em detalhes. Duas, feitas para o Jornal Zero Hora, Rabin destaca por terem gerado uma boa repercussão. Uma delas é A visão masculina sobre a noite de Porto Alegre tomada por estrangeiros, publicada no dia 20 de junho de 2014, durante a Copa do Mundo. A outra é Como um porco de 250 quilos foi parar nas ruas de Porto Alegre, lançada em 30 de abril do mesmo ano. “Elas exemplificam o tipo de jornalismo que eu mais gosto de fazer”.

O jornalista fala que a Famecos foi o lugar onde fez grandes amigos e aprendeu a base para a técnica jornalística. “Desejo longa vida à Famecos e que ela se aprimore e continue se mostrando necessária, afinal é o que vem fazendo ao longo de sua existência”. Em relação ao seu maior ganho profissional na Faculdade, Rabin afirma ser a rede de contatos que fez. O diplomado aponta uma grande qualidade que a Faculdade tem. “Ela compra e apoia a ideia dos alunos. Talvez o Espaço Experiência represente isso”, analisa.

Ele teve seu primeiro estágio na Rádio Gaúcha, na produção de um programa então apresentado pelo jornalista Lasier Martins. Depois, trabalhou como contratado da Agência RBS, onde ficou durante um ano e meio. Após se formar, continuou mais três meses na agência. Rabin foi chamado para fazer um teste na editoria de Mundo da Zero Hora e trabalhou como plantonista, das 16h à 00h.

Sua rotina mudou quando concorreu a uma bolsa de estudos no Instituto Ling, que oferece vagas de mestrado e pós-graduação no Exterior. Rabin foi indicado pela redação da Zero Hora e concorreu com jornalistas de todo Brasil. O diplomado começou o mestrado em Lisboa, Portugal, e centralizou seus estudos em democracia, misturando Relações Internacionais com Ciências Políticas. Quando voltou de Portugal, trabalhou durante um ano em Zero Hora como repórter digital. Foi o curso Treinamento Folha, da Folha de São Paulo, que mudou, mais uma vez, o rumo de Rabin e o levou à imprensa do centro do país, que sempre foi admirada por ele. Foram quatro meses de curso, morando em hotel pago pelo Jornal. Depois, trabalhou como repórter freelancer na Folha de S. Paulo.

Aos 31 anos, Rabin é repórter da coluna Mercado Aberto no Jornal e confessa uma grande vontade. “Tenho planos de escrever 50 livros, mas não comecei nenhum”.

**A próxima reportagem da série Filhos da Famecos será publicada na sexta-feira (20). O entrevistado é o jornalista Caio Pompeu Correa. Ele se formou na Famecos em 2009 e, em 2014, ao lado de dois colegas jornalistas, abriu a Maracanã Media, produtora de conteúdo em Londres, que fornece material para grandes veículos do mundo todo como Pitch International, SNTV, Omnisport, ESPN e, agora, o Esporte Interativo.

 

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