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FILHOS DA FAMECOS
20 de junho de 2016

“A Famecos me deu visão para enfrentar o mercado”

Alice Bastos Neves começou a trabalhar na RBS TV três meses após a formatura
Por Isabella Magedanz Pesce
De segunda a sábado, Alice Bastos Neves está à frente do Globo Esporte RS (Foto: Natalia Lavratti)

De segunda a sábado, Alice Bastos Neves está à frente do Globo Esporte RS (Foto: Natalia Lavratti)

De segunda a sábado, o telespectador gaúcho que liga a televisão no programa Globo Esporte RS,  às 12h50min, é recebido com um simpático “oi, gente”, frase que convida para um início de tarde repleto de informações sobre o universo esportivo. A responsável por acolher o público com tanta afeição é Alice Bastos Neves, jornalista formada na Faculdade de Comunicação Social (Famecos) da PUCRS. Ela diz que não há mais espaço na programação para frieza e afirma que é necessário demonstrar bom humor e carisma. Natural de Pelotas, a apresentadora mudou-se para Porto Alegre aos 4 anos de idade. Quando criança, pensava em ser psicóloga, “provavelmente porque a mãe de alguma colega tinha essa profissão”, brinca.

Alice ingressou na Famecos em março de 2002, frequentando as aulas do turno da manhã. “Me senti acolhida na Faculdade”, lembra. No mesmo período, prestou vestibular para o curso de Educação Física. Durante três semestres, ela aliou os estudos de Jornalismo com as aulas da Escola de Educação Física (EFED) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), mas os horários e a rotina de atividades na Famecos acabaram mantendo o foco da apresentadora apenas na produção jornalística.

Durante os anos que frequentou a Faculdade, além de ter se encantado pelo famoso capuccino do bar, Alice se fascinou pelas aulas de rádio, de diagramação e de redação jornalística. “Sempre achei que trabalharia com jornalismo cultural e rádio, mas acabei apenas fazendo um estágio curricular nessa área”, diz. Quando se formou, enviou currículo para a RBS TV. A vaga disponível na época era para repórter. Sem nunca ter feito um teste para trabalhar na televisão, ela encarou o desafio. A proposta da entrevista era ler a “cabeça” de uma matéria. “O teste foi assustador. Quando a luz vermelha acendesse, eu deveria começar a falar”. O texto começou a passar no teleprompter e, somente após ter sido alertada pelo Diretor de Imagem presente no estúdio, Alice começou a gravar o programa. Apesar do nervosismo, ela conquistou a vaga de repórter.

Sobre o período de experiências na graduação, a jornalista reflete que a Famecos proporciona muitas mudanças no jeito de ser, de pensar, de falar e até de se vestir. As lembranças da Universidade e do Prédio 7 são positivas. Muitas tardes foram passadas com os amigos na antiga biblioteca da PUCRS e nos gramados que a cercam. Alice lembra da cerimônia e da festa de formatura como momentos emocionantes. Oradora da turma, ela pensou em escrever um discurso que se adequasse tanto aos formandos, quanto aos professores e aos convidados. “Depois eu fiz um festão. Acho que esse momento tem que ser muito comemorado”, recomenda. À frente do Globo Esporte RS, Alice afirma que nunca sofreu nenhum tipo de preconceito por ser mulher e trabalhar com futebol. Ao final, ela lamenta que esse tipo de pergunta ainda seja feita com recorrência e torce para que, em breve, o questionamento sequer seja cogitado.

Em 2015, Alice apresentou à população gaúcha seu primeiro filho, Martin. No dia a dia de trabalho aliado à maternidade, ela conta com o apoio da família. O marido, David Riesinger, foi atleta de tênis e compreende como é a rotina que envolve a cobertura esportiva. Os pais da pelotense também apoiam a jornada profissional da apresentadora. No início, eles gravavam todas as aparições da filha na televisão em vídeo cassete, orgulhosos. Com o bom humor característico, Alice completa: “quem é jornalista, é jornalista 24 horas por dia”.

**A próxima reportagem da série Filhos da Famecos será publicada na segunda-feira (27). O entrevistado é Renato Dornelles, formado na Famecos em 1986, em Jornalismo. Ele possui, entre Zero Hora e Diário Gaúcho, 12 anos de experiência com reportagem policial. Recebeu três prêmios Ari de Jornalismo e é autor do livro Falange Gaúcha – O Presídio Central e a História do Crime. Hoje, é repórter especial do Diário Gaúcho e assina as colunas B.O. (boletim de ocorrência), voltada para a segurança pública, e Chora, Cavaco, sobre o samba.

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