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21 de outubro de 2016

Luiz Antônio Araujo

Foto: Clarissa Menna Barreto

(Foto: Clarissa Menna Barreto)

“O jornalismo me deu muitas coisas e eu acho que é uma paixão correspondida”, afirma Luiz Antônio Araujo, sorrindo ao refletir sobre sua profissão. Formado em 1987 pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), ele completa 30 anos de carreira em 2017. Durante essas três décadas, Araujo trabalhou em inúmeros veículos. “Passei por uma série de fases”, comenta.

Aos seis anos, Araujo se mudou com os pais para o Rio de Janeiro (RJ). Como sempre gostou de desenhar, ele diz que houve influência da aptidão na escolha do curso. Durante seu tempo na cidade, Araujo passou por uma banca e avistou o jornal O Globo, o qual possuía um suplemento dominical em quadrinhos. Nesse momento, descobriu que poderia trabalhar com o que realmente gostava. Seu primeiro emprego foi como chargista, não por coincidência. Além disso, ele atribui também o interesse pela área ao seu tio, Paulo Roberto Araujo, professor de Jornalismo na UFSM e uma grande referência.

Araujo lembra das grandes mudanças presenciadas na área, como a montagem dos jornais e o uso de máquinas de escrever, algo que era muito diferente do atual jornalismo ensinado nas universidades. Formado com 20 anos, ele sabia que estava no lugar certo. ”Eu sempre quis ser jornalista, acho que é o meu ofício na terra”, relata.

Depois de formado, iniciou sua carreira em Santa Maria, sua cidade natal, como correspondente do Correio do Povo, logo depois, se tornou redator da Rádio Atlântida FM e foi repórter de um jornal local. Ao se mudar para Porto Alegre, trabalhou em assessorias de imprensa e em 1996 foi contratado pelo Jornal Zero Hora, onde ainda trabalha, após 20 anos.

Durante essas duas décadas de Zero Hora,  Luiz Antônio Araujo considera o veículo como uma segunda escola. “Tive oportunidade de fazer de tudo em uma redação”, afirma. O jornal proporcionou a ele entrevistas com grandes personagens, viagens, entre elas a mais marcante de sua vida, na fronteira do Afeganistão, logo após o ataque de 11 de setembro, experiência que oportunizou a criação de seu livro Binladenistão: um repórter brasileiro na região mais perigosa do mundo. Além disso, fez parte da criação da Zero Hora Digital. Atualmente, possui uma coluna diária  sobre assuntos internacionais.

Depois de 15 anos de formado, Araujo sentiu que deveria ir em busca de maior conhecimento. Iniciou o mestrado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e voltou à faculdade como professor. Junto com o mestrado, Luiz Antônio Araujo dava palestras sobre seu livro, outro grande sucesso de sua vida. Com 30 anos de dedicação à carreira, Luiz Antônio faz planos, como um verdadeiro apaixonado da profissão, e promete que não vai parar de trabalhar enquanto puder. “Minha vida de repórter não vai acabar tão cedo, se depender de mim não vai acabar nunca”, afirma o renomado jornalista.

 

 

 

 

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