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26º SET UNIVERSITÁRIO
16 de setembro de 2013

Mani Mani se apresenta antes da premiação da Mostra Competitiva

Por Gabriel Correa

A banda Mani Mani, formada por Paulo Inchauspe, Luciano Leindecker e Caio Girardi, vai se apresentar no encerramento do SET Universitário, no Centro de Eventos da PUCRS. O show está marcado para as 19h30min, pouco antes da entrega da premiação da Mostra Competitiva.

A banda de pop rock gaúcho utiliza instrumentos como violões, cajón, bandolim e quince (instrumento criado por Luciano Leindecker). Com isso, a sonoridade do grupo é bastante peculiar. A ideia das composições é trazer o cotidiano e a experiência vivida pelos músicos da banda. O sotaque espanhol, que, de certa forma, mostra a intimidade do Sul do país com os países vizinhos, também é presente nas músicas.

Paulo Inchauspe, vocalista da Mani Mani, foi apresentador do programa Cafezinho, da rádio Pop Rock. Começou a tocar guitarra aos 11 anos, e, segundo ele, nem pensava em ter uma banda. Saiu da rádio por estar cansado de ter que correr atrás de músicas pop e de ibope. Quando entrou no programa, viu que locução era algo relativamente simples – nas palavras dele, era só chegar e falar algo. Mas Ichauspe queria mais. Ele tinha opinião forte e mostrava isso aos ouvintes.

A formação da banda

“Conheço o Caio há 20 anos (tinha uma banda de hard rock com ele em 91/92) e o Luciano há mais ou menos isso”, disse Paulo Ichauspe. Antes de criar a Mani Mani, e até mesmo pensar em formar uma banda, Luciano Leindecker mostrou um som e perguntou se Ichauspe não queria tocar com ele em um estúdio. Então, chamaram Caio para completar a banda. No quarto ensaio, eles estavam pensando no primeiro CD e tinham 8 músicas prontas.

Porém, o nome não foi fácil de escolher. Primeiramente a banda ia se chamar Benjamin, mas o nome já existia em um grupo da própria PUCRS.

Influências

A Mani Mani tem muitas influências, que os músicos da banda trazem na bagagem como ouvintes. O espanhol nas letras vem porque Paulo Ichauspe considera mais fácil compor assim, já que nasceu no Uruguai. Sobre isso, ele disse: “Por muito tempo a gente não percebe as origens. Porque gostamos mais de algo”, e que só depois que ouviu Fito Páez a paixão pelo idioma se aflorou. Contou que quando chegou em uma loja em Rivera, ao perguntar se o vendedor conhecia a música do Fito, o mesmo mostrou a discografia do músico argentino e Paulo comprou todos os discos.

Se a banda Mani Mani tem uma sonoridade diferente? “Som diferente é muito difícil. Citar uma banda, hoje, que não tem um som parecido com algo do passado é muito complicado”, respondeu o vocalista.

Expectativa para o 26º SET

Ao comentar as expectativas de tocar no SET, Paulo Ichauspe falou que a apresentação será um pocket show de 30/40 minutos. “Tocar no SET é muito legal porque tenho uma história na Famecos”, finalizou o vocalista.

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