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FILHOS DA FAMECOS
30 de novembro de 2015

“Não queria ter feito jornalismo em nenhum outro lugar”

Graduado em 2012, Marcelo Sarkis é editor do programa Fantástico da TV Globo
Por Nicolle Timm
Marcelo Sarkis e Poliana Abritta na edição do dia 1º de março do Fantástico (Foto: arquivo pessoal)

Marcelo Sarkis e Poliana Abritta na edição do dia 1º de março do Fantástico (Foto: arquivo pessoal)

Paixão, dedicação, aprendizado e destino são palavras-chave na vida de Marcelo Sarkis. Aos 18 anos, o estudante de Ciências Sociais na UFRGS e Jornalismo na Faculdade de Comunicação Social (Famecos) da PUCRS mal sabia que, um dia, o Rio de Janeiro seria sua nova moradia. Muito menos que os bastidores do programa nacional Fantástico, da TV Globo, seriam seu ambiente de trabalho. Depois de um ano, com maior envolvimento no jornalismo, ficou difícil conciliar as duas faculdades. Sarkis optou por continuar apenas na Famecos. “Foi um grande acerto. Não queria ter feito Jornalismo em nenhum outro lugar do mundo”.

A rotina intensa sempre fez parte de sua vida acadêmica. No final do primeiro semestre, começou a trabalhar na assessoria para assuntos de comunicação da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PRPPG) da PUCRS, hoje Pró-Reitoria de Pesquisa, Inovação e Desenvolvimento, a convite do professor Vitor Necchi. Apesar de ter tido um ótimo contato com professores na Faculdade, ele destaca Cristiane Freitas e Necchi.

Sarkis saiu da PRPPG para trabalhar no Jornal do Comércio, onde teve uma passagem relâmpago de apenas um mês. Logo, foi chamado na Zero Hora para exercer o cargo de auxiliar de redação, no qual ficou por quatro meses. Depois, passou a auxiliar o jornalista Tulio Milman na coluna da página três, no Informe Especial.

Foi a capital francesa que fez com que Sarkis deixasse tudo o que estava fazendo para apostar em algo novo. A mobilidade acadêmica da PUCRS tinha aberto vagas para o curso de Jornalismo em uma universidade francesa. Sem pensar muito, se inscreveu e fez as provas. Paris foi o lugar de desembarque do estudante que trazia na mala muita vontade de aprender.

Um Au revoir, France e Sarkis retornou à capital gaúcha. Sua volta à Famecos não passou despercebida. O professor Necchi o convidou para criar um laboratório de jornalismo, o Editorial J, junto com o professor Fabio Canatta e mais quatro estudantes. “Tenho muito orgulho do que virou o J”.

Assim que estava saindo a primeira edição do jornal impresso do Editorial J, fez um freelancer de três dias na editoria de Economia da Zero Hora. Depois, voltou ao jornal para trabalhar como auxiliar de divulgação. Dois meses foram o suficiente para que outra grande oportunidade surgisse na sua vida. Altair Nobre, então editor-chefe de ZH, propôs que Sarkis o ajudasse no plantão, no fechamento da redação e a fazer a contracapa do jornal. Mais uma vez, sem pensar muito, aceitou. Dessa forma, surgiu a paixão pela edição. “Gosto muito de lapidar um conteúdo que vem bruto”.

O cargo de editor de capa foi trocado pelo de repórter na editoria de Economia. Em 2012, o diploma de jornalista foi entregue em suas mãos. Começou a fazer matérias de tecnologia e passou a ser editor do caderno ZH Digital. Com uma reestruturação no jornal, a tarefa de Sarkis também foi reformulada. Acabou por comandar a equipe com sete pessoas que criou uma nova área na ZH intitulada Coordenação de Inovação.

Um e-mail mudou a vida profissional de Sarkis. Ficou surpreso quando abriu a mensagem que o chamava para uma entrevista de emprego no Fantástico. Selecionado, se demitiu de Zero Hora e deixou a Capital para, desta vez, trabalhar no Rio de Janeiro. Ele era responsável pelas novas mídias, cuidando das redes sociais e site. A partir de 2015, passou a ocupar o cargo de editor do programa. Nunca ter feito edição para TV não o impediu de encarar o desafio. Mais uma vez, a dedicação ao trabalho é enorme. Sarkis não sabe qual vai ser o próximo passo ou loucura que vai acontecer em sua vida, mas confessa que está aproveitando muito. A série Eu amo quem souque estreou ontem (29) no Fantástico, e a matéria sobre a Geração Y no Brasil, veiculada no dia 1˚ de novembro, foram assinadas por ele.

Aos 25 anos, Sarkis acredita em sorte e destino. Com a carreira acontecendo muito rapidamente, ele quer continuar fazendo o que gosta e exercer a profissão de um jeito diferente, inovador e mais competente. Sarkis aconselha os estudantes a estarem atentos às oportunidades, reclamarem pouco, trabalharem mais e ouvirem sempre as pessoas mais velhas que têm experiência de redação. “Fora isso, se jogar, ir atrás e trabalhar. Tem que querer muito. Jornalismo não dá pra fazer sem estar afim. É uma profissão difícil, mas uma das melhores do mundo”.

**A próxima reportagem da série Filhos da Famecos será publicada na sexta-feira (4). O entrevistado é Roberto Snel. Formado em Relações Públicas no ano de 1998, ele é gerente geral do Everest Porto Alegre Hotel.

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