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FOTOGRAFIA
21 de julho de 2017

Onde tirar boas fotos na Capital?

Professores indicam locais para registros fotográficos na Capital
Por Mariane Castilhos

A fotografia é uma das formas de aproveitar momentos e compartilhá-los. Sendo assim, as férias de inverno chegaram e, por isso, o tempo para sair pelas ruas da cidade fotografando, também. Desta maneira, criamos um guia de lugares como  sugestão. Professores da Faculdade de Comunicação Social (Famecos) da PUCRS também ajudaram nessa difícil tarefa.

 

O Mercado Público da capital é um local com grande abrangência cultural (Foto: Eduardo Seidl)

O Mercado Público da capital é um local com grande abrangência cultural (Foto: Eduardo Seidl)

O professor Eduardo Seidl escolheu alguns pontos, como o Mercado Público da capital.

O prédio com forte influência neoclássica foi tombado e considerado patrimônio histórico e cultural em meio ao centro da cidade. O mercado tem sua arquitetura externa totalmente preservada. A construção faz parte das tradições da cidade, principalmente pela Banca 40. Abrangendo diversas culturas, o espaço propõe momentos de interação entre a população que passa todos os dias no mercado e os vendedores ambulantes nos arredores do Largo Glênio Peres.

 

 

Outra boa alternativa de passeio fotográfico é a Travessa dos Venezianos, no bairro Cidade Baixa. O local fica entre as ruas Lopo Gonçalves e Joaquim Nabuco, onde há uma sucessão de dezessete casas populares tombadas pelo município. As construções mostram uma arquitetura com fachada simples sendo juntas umas às outras em fileira. O local ainda apresenta o calçamento original de pedras irregulares, onde são realizadas feiras de rua e outros eventos culturais. Entre os estabelecimentos do local está o Bistrô da Travessa, especializado em pizzas.

 

Fundação Iberê Camargo é conhecida pela sua arquitetura (Foto: Flávia Campos de Quadros)

Fundação Iberê Camargo é conhecida pela sua arquitetura (Foto: Flávia Campos de Quadros)

A professora de fotografia da Faculdade de Comunicação Social (Famecos) da PUCRS Flávia Campos de Quadros coloca como sugestão a Fundação Iberê Camargo, na Avenida Padre Cacique.

À beira do Guaíba, a construção tem quatro andares interligados por rampas, que circundam o saguão. O acervo existente no local contém mais de cinco mil peças do pintor gaúcho Iberê Camargo, apresentadas em exposições que mudam a cada seis meses. Há oficinas de arte grátis para todas as idades e um café anexo, o Press Café, com vista para o pôr do sol. O acesso ao prédio é encerrado 30 minutos antes do fechamento da Fundação.

A igreja mais antiga da cidade, Foi tombada e declarada patrimônio histórico e artístico nacional em 1938. (Foto: Flávia Campos de Quadros)

A igreja, foi tombada e declarada patrimônio histórico e artístico nacional em 1938 (Foto: Flávia Campos de Quadros)

A Igreja Nossa Senhora das Dores é o quinto local deste guia. É a mais antiga da Capital, localizada na Rua dos Andradas. Sua construção demorou um certo tempo, sendo assim, sua fachada foi modificada quando a Igreja ainda estava em obras. Hoje, o espaço exibe um interior ricamente decorado com talha dourada e elementos neoclássicos, além de possuir um importante grupo de estátuas barrocas de Cristo em tamanho natural representando o ciclo da Paixão.

A sede de antigas tradições religiosas e edifício de grande significado histórico e artístico, foi tombada em nível nacional pelo IPHAN, em 1938. Flávia afirma que não importa o local em que estamos fotografando, mas o olhar que temos para as diferentes situações. “O essencial é manter o olhar atento e curioso para situações interessantes, luzes e formas. As histórias podem surgir do cotidiano, do banal”, explica a professora.

Outra sugestão é a Praça do DMAE, como é popularmente chamada, localizada no bairro Moinhos de Vento. O espaço é conhecido por ser palco de ensaios fotográficos, especialmente de gestantes ou debutantes. A estação do Departamento Municipal de Água e Esgoto (DMAE) foi inaugurada em 1928 em uma área de seis hectares. O espaço frequentado pelo público conta com a arquitetura dos prédios nos estilos das antigas estâncias e fazendas do estado. O departamento ainda dispõe de áreas culturais, como um museu e uma galeria de arte, que funcionam em horários comercias. Apesar de ser uma alternativa para ensaios fotográficos, o local ainda apresenta algumas restrições, entre elas, não é permitida a circulação na área interna e, também, levar animais domésticos.

 

 

Pelas lentes do professor famequiano, o Centro Histórico da capital (Foto: Elson Sempe Pedroso)

Pelas lentes do professor famequiano, o Centro Histórico da capital (Foto: Elson Sempe Pedroso)

Elson Sempe Pedroso, também professor de fotografia na Universidade, elegeu o Centro Histórico da Capital como recomendação.

O centro de Porto Alegre é um dos lugares mais ricos em diversidade cultural. Uma área composta de prédios históricos e comerciais, o que até podemos chamar de selva de pedra. Em cada rua, é possível registrar grandes momentos do cotidiano de pessoas que passam diariamente nessa região.

Fotografar, por exemplo, a arquitetura dos espaços, vendedores ambulantes, muros e outras cenas que são notáveis em um local tão cheio de vida, é uma ótima forma de começar seu tour.

Se você gosta de lugares abandonados, mas com um valor social, cultural e histórico para a cidade, existem algumas ruas que se enquadram nesse quesito. Mais de mil construções fazem parte da lista de imóveis tombados e inventariados no centro de Porto Alegre. Estes patrimônios arquitetônicos são personagens dos caminhos que a cidade trilhou em seus 243 anos de existência e por isso, têm o valor preservado por lei. Espaços como prédios localizados na Avenida Independência, próximos a esquina da rua Dr. Barros Cassal e também antigas residências da Luciana de Abreu são propriedades com um grande valor histórico e com uma beleza conceitual, que podem com certeza ser um boa sugestão para suas fotos.

 

A beira de Ipanema é um dos ponto turísticos para lazer na capital (Foto: Elson Sempé Pedroso)

A Orla de Ipanema é um dos ponto turísticos para lazer na capital (Foto: Elson Sempé Pedroso)

A segunda alternativa do professor Sempé – e a última deste guia –, é a Orla de Ipanema.

Apreciar o pôr do sol, tomar um chimarrão e realizar atividades físicas são três das inúmeras maneiras de curtir a Orla de Ipanema. Sendo uma sugestão fotográfica, a bela paisagem que se dá na Orla, é um prato cheio se você está com a câmera em mãos ou somente admirando o ótimo momento.

Antes de ser urbanizado e, chamado de Ipanema, este trecho da Zona Sul de Porto Alegre era uma área rural às margens do Guaíba. Em 1931, um grupo de empreendedores comprou as terras, abriu ruas e dividiu lotes. Hoje, a Orla é local de encontros e reencontros dos moradores de Porto Alegre, e também turistas. Com um bom chimarrão e cultivando as tradições gaúchas, a Ipanema é o local que possui um dos melhores registros fotográficos da região.

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