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FILHOS DA FAMECOS
14 de dezembro de 2015

“Rádio é a minha paixão”

Nando Gross se formou em 1992 e é gerente geral da Rádio Guaíba
Por Júlia Aguiar
(Foto: arquivo pessoal)

Nando Gross salienta a necessidade de o jornalista ter iniciativa e fazer sempre mais (Foto: arquivo pessoal)

Em 1979, no Instituto Pré-Vestibular (IPV), Nando Gross, um garoto de 17 anos, montou o jornal Opinião Jovem. Trinta e seis anos depois, quem ouve sua voz na Rádio Guaíba diariamente percebe que é carregada de paixão pelo jornalismo. Ele se formou na Famecos em 1992 e é gerente geral da emissora. Mas não esquece dos tempos de adolescente, quando se aventurou no jornalismo. “A paixão começou naquele momento”.

Sobre o rádio, Gross comenta que é o veículo de mídia mais consumido pelos brasileiros. “É mágico saber que aquilo que você diz serve para as pessoas construírem uma imagem da mensagem apresentada”. Para o jornalista, o radiojornalismo envolve profissionais que tenham a capacidade de apresentar uma mensagem de forma interessante ao ouvinte. Ele explica que forma e conteúdo andam lado a lado. “Não há espaço para timidez. Se você é tímido, trate de vencer esta barreira. Está falando aqui alguém que lutou contra isso”.

Comentarista e apresentador da TV Record-RS, Gross compara as redações da televisão e do rádio. “A do rádio é acelerada, com pessoas concentradas e inquietas”. Ele diz que uma redação precisa ter informação compartilhada, e quem pretende trabalhar de forma solitária enfrentará dificuldades. “A redação de televisão é mais silenciosa. As pessoas têm tarefas individuais”. Mas esclarece que o ritmo é parecido, na medida em que muda a forma, mas não o conteúdo. “Rádio é a minha paixão, mas eu adoro televisão”.

O jornalista acredita que os principais desafios do radiojornalismo não são exclusivos do meio. “São desafios do jornalismo como um todo”. Segundo ele, é preciso ter uma boa matéria, tornar a mensagem atrativa e deixar claro o que se quer passar. “Comunicação é o que você diz e não o que o outro entende”.

O porto-alegrense conta que o contato com os ouvintes é essencial. “Hoje, com as redes sociais, é muito instantâneo. Twitter, WhatsApp e Facebook são ferramentas fundamentais na relação com os ouvintes”. Vinte e três anos após sua formatura, ele não parou de estudar. ”Recentemente, terminei um MBA em jornalismo com ênfase em Gestão e Novas Mídias”.

Gross diz que deve tudo o que conquistou ao jornalismo. Ele afirma que a profissão representa seu sustento, seus amigos e, acima de tudo, um exercício diário de quebra de rotina. ”Sou extremamente grato ao jornalismo”. Segundo ele, ninguém deve fazer uma faculdade pensando apenas em trabalhar para os outros. O jornalista aconselha aos estudantes a trabalharem com o foco em melhorar o mundo, investirem em coisas que sejam relevantes para as pessoas e, se estiverem num veículo de comunicação de massa, não trabalharem apenas como empregados. “Pensem como gestores, tenham iniciativa e façam sempre mais”.

**A próxima reportagem da série Filhos da Famecos será publicada na sexta-feira (18). A entrevistada é a jornalista Carol Aguaidas. Ela se formou na Famecos em 2006 e é apresentadora do SBT em São Paulo. 

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