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CRISE NA TV AMERICANA
26 de novembro de 2009

Redes de TV dos Estados Unidos enfrentam séria crise

Por Vinícius Fernandes

As redes de televisão aberta entraram de vez em crise nos Estados Unidos. Há algum tempo elas vêm perdendo seu público para a televisão a cabo e isso ocorre por uma série de fatores. Com o advento do computador, a internet oferece inúmeras alternativas midiáticas. Os comerciais ainda são a principal fonte de renda dos canais abertos e sua presença abusiva na programação talvez incomode ao público. Analistas acreditam que este método, que utiliza a publicidade como grande fonte de renda, está quebrado e que a televisão vive um período de grande confusão.

Dois fatos envolvendo a gigante emissora de televisão NBC retratam a crise que enfrenta a televisão aberta nos Estados Unidos. O primeiro é o a modesta quarta colocação que a rede televisiva ocupa entre os canais abertos. O segundo se representa na troca feita pela apresentadora Oprah, que migrou da televisão aberta para à cabo.

Portanto a situação da televisão norte-americana tem se configurado assim, redes abertas enfrentam dificuldades para cobrar as taxas publicitárias enquanto os chamados canais fechados têm lucrado intensamente com as assinaturas de suas operadores de cabo.

O professor da Famecos Claudio Mércio credita, entre outras coisas, a diversidade de opções oferecidas pela internet como uma das explicações para atual crise. “As pessoas se perguntam porquê devem investir na televisão se tudo que ela tem também é oferecido na internet e não encontram respostas”, explica.

No Brasil ocorre o inverso. Enquanto a televisão a cabo ainda está estagnada, a aberta segue como dominante. Mércio tem uma teoria a respeito. “A televisão fechada no Brasil ainda é muito cara. O pacote mais barato deve estar em torno de R$ 40 mensais e isso espanta as pessoa”, avalia.

Para finalizar o professor da Famecos diz não acreditar que em um primeiro momento essa realidade mude no país. “A televisão aberta ainda recebe muitos investimentos no nosso país e a prova disso é a supervalorização dada à apresentadores como Gugu e Faustão”, conclui.

Fonte: http://www.fndc.org.br/internas.php?p=noticias&cont_key=457846

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