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SET UNIVERSITÁRIO
30 de setembro de 2009

SET discute mercado cinematográfico de gênero

Por Karine Tavares
Dennison Ramalho em palestra para o 22º SET Universitário no prédio 40. (Foto: Camila Cunha)

Dennison Ramalho em palestra para o 22º SET Universitário no prédio 40. (Foto: Camila Cunha)

Mas para quem pensa que o foco era só em cinema, está muito enganado. Ramalho considerou que a televisão tem grande participação e influência perante o seu público. O perfil de quem assiste às produções brasileiras nas salas espalhadas pelo país é ligado às telenovelas. “A comédia e o melodrama, por exemplo, são terrenos que a TV brasileira desbravou bem, e tem uma boa resposta”, enfatiza o cineasta ao falar sobre os gêneros que foram solidificados no país. “Os outros têm uma inserção meio tímida, sem muito compromisso”, completa.

Hoje, o cinema do país não tem preocupação em exaltar apenas um gênero. Ele integra vários tipos em um só. Um exemplo é “Cidade de Deus”, que une o drama, o policial e a ação, mas não assume nenhum deles. “O conceito de filme brasileiro se consolidou como uma identificação. Nas locadoras, ele passa a ser uma procedência, e não um gênero em si”, constata, ao relacionar as divisões nas prateleiras. “Uma vez perguntei para um balconista porque o filme do Zé do Caixão não estava junto com os de terror. Ele me falou que era porque se encaixava com os brasileiros”, lembra.

Segundo Ramalho, o gênero é importante para que se possa conhecer o perfil de quem assiste. Além da comédia e do melodrama, o que surge nos últimos anos é o interesse por produções bíblicas e espíritas. “Podem escrever o que digo: a cinematografia do filme sobre a vida do Chico Xavier, que será lançado ano que vem, será um estrondo”, comenta, bem-humorado.

Para ilustrar o conceito de filme com o qual o cineasta gosta muito de trabalhar, ele rodou para a plateia oito minutos do filme “Encarnação do demônio”, escrito por José Mojica Marins, o Zé do Caixão, do qual ele foi roteirista e assistente de direção. Para finalizar, o público que lotou o auditório do prédio 11, interagiu fazendo perguntas e tirando dúvidas.

Entrevista Dennison Ramalho

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